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ENGENHARIA DE SOFTWARE  

Sumário

 TEORIA GERAL DE SISTEMAS.

1.1          Conceitos Básicos.

1.1.1             Análise   

1.1.2             Processo

1.1.3             Programa

1.1.4             Análise de Sistemas

1.1.5             Sistemas   

1.1.6             Tipos de Sistemas

2       DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE PROCESSAMENTO DE DADOS.

2.1     A  importância do software.

2.2          Evolução   

2.3          Características e componentes.

2.3.1             Componentes do software.

2.4          Exigência:  reusabilidade.  

2.4.1             Aplicações em softwares

2.5          Problemas   e  causas

2.5.1             Causas 

3       ENGENHARIA DE SOFTWARE.

3.1     Ciclo  clássico da engenharia de software 

3.2          Prototipação 

3.3     O  modelo espiral

3.4          Técnicas  de quarta geração 

3.5          Combinando paradigmas: Paradigmas de Programação.

4     O DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS E AS SUAS ETAPAS.

4.1     Fase de Definição.

4.1.1             Planejamento do software.

4.1.2             Fase de análise e requisitos do software.

4.2     Fase de Desenvolvimento 

4.3     Fase de Verificação, Liberação e Manutenção.

4.4          Conceitos Básicos.

4.5     Etapas do Desenvolvimento de Sistemas 

5     A IMPORTÂNCIA DA MODELAGEM DE DADOS E DA ANÁLISE.

5.1          Entidade 

5.2          Relacionamento 

5.3          Entidade-tipo 

5.4          Relacionamento-tipo 

5.5          Atributo 

6     ESTUDOS DE CASO.

6.1     Um Sistema de Controle Acadêmico.

6.2     Um outro Sistema Acadêmico.

6.3          Sistema de controle de uma associação de feirantes.

6.4          Sistema de ganhos de proprietários de lojas 

7     NOTAÇÃO DO MER PELO  PETER CHEN.

7.1          Restrições de Integridade.

7.2          Cardinalidade 

7.3     RIER-Restrição de Integridade por Existência de Relacionamento 

7.4          RINER-Restrição de Integridade por não Existência  de um Relacionamento 

7.5     Auto-Relacionamento 

7.6          Entidades Fracas.

7.7          Generalização/Especialização ou Supertipo/Subtipo:

7.8          Alternativa de notação   “pé  de galinha”.

7.9     Mini-mundos  propostos  como  estudos de  caso 

7.9.1             Um restaurante.  

7.9.2             Uma Empresa.

8     A IMPORTÂNCIA  DA MODELAGEM DE DADOS E DA ANÁLISE DAS FUNÇÕES.

8.1     Perda de Informação.

8.2          Restrições de Integridade e Operações.

8.3          Cardinalidade e operação de inclusão de entidades 

8.3.1             min igual a O  

Não precisa criar relacionamento.

8.3.2             min ¹ 0 

Tem que criar relacionamento.

8.4          Cardinalidade  e a exclusão de entidades 

8.4.1             min igual a 0 ou 1, com a entidade associada com min igual a 0 

8.4.2             min igual a 0 ou 1, com a entidade associada com min igual a 1 

8.5     RIER e RINER e as operações:

9     ANÁLISE ESTRUTURADA..

9.1          Análise Tradicional

9.1.1             Segunda Geração 

9.1.2             Terceira Geração 

9.2          Relacionamento Usuário e Analista 

9.3          Problemas com Análise Clássica(Tradicional)

9.3.1             Comunicação 

9.3.2             Mudanças naturais exigidas pelo sistema 

9.3.3             Falta de Ferramentas.

9.3.4             Documentação.

9.3.5             Formação do Profissional

9.3.6             Dificuldade de Fixação do Problema 

9.4          Análise Tradicional X Análise Estruturada.

9.4.1             Comparação 

9.4.2             Objetivos da Análise Estruturada.

9.4.3             Condução do Trabalho de Análise 

9.5          Diálogo Usuário X Analista 

9.6     As Ferramentas da Análise Estruturada.

9.6.1             Diagrama de Fluxo de Dados 

9.6.2             Dicionários de Dados 

9.6.3             Descrição de Procedimentos 

10       ANÁLISE DE DADOS.

10.1              Conceitos Básicos 

10.2              Modelo de Dados 

10.2.1      O que é Modelo de Dados? 

10.2.2             Componentes do Modelo de Dados 

10.2.3             Tipos de Entidade 

10.2.4             Tipos de Relacionamento 

10.2.5             Tipos de Chave 

10.3              Consolidação de Modelos de Dados 

10.3.1      O que é Consolidação? 

10.3.2             Trabalhos Executados na Consolidação 

11          NORMALIZAÇÃO..

11.1       O que é Normalização 

11.2              Anomalias de Atualização.

11.3              Dependência Funcional

11.4              Dependência Funcional Composta ou Completa 

11.5              Dependência Funcional Transitiva 

11.6              Primeira Forma Normal (1FN)

11.7              Segunda Forma Normal (2FN)

11.8              Terceira Forma Normal (3FN)

11.9              Simplificação do Processo de Normalização 

11.9.1             Regras Práticas.

12          EXERCÍCIOS 

12.1              Estudo do Caso 1 

12.2              Estudo do Caso 2 

12.3              Estudo do Caso 3 

13       OOP - PROGRAMAÇÃO ORIENTADA POR OBJETO..

13.1              Apresentação 

13.2              Decomposição Orientada ao Objeto 

13.3              Benefícios da OOP 

13.3.1             Exatidão 

13.3.2             Potencialidade.

13.3.3             Extensibilidade.

13.3.4             Reutilização 

13.4              Quatro Príncipios da Progração Orientada ao Objeto 

13.4.1             Abstração de Dados 

13.4.2             Encapsulação.

13.4.3             Herança 

13.4.4             Polimorfismo 

13.5       A interface OOP e a interface Gráfica